Madeira

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A Camacha acolhe no final do mês de agosto uma festa singular. Trata-se da Festa das Raparigas Solteiras. É organizada por um grupo de raparigas de 20 anos da freguesia.

No entanto, de ano para ano, o número de jovens interessadas em organizar a tradicional festa tem vindo a baixar. Em 2015 apenas 5 raparigas decidiram "meter mãos à obra". 

A Festa das Raparigas Solteiras acontece na segunda feira seguinte à Festa do Santíssimo Sacramento.

A procissão é um dos pontos altos da festa, do ponto de vista religioso. As barracas, os espetáculos musicais e o teatro são outros motivos de interesse do arraial que conta com a presença de muitos emigrantes madeirenses.

A tradição remonta aos tempos em que a Camacha integrava a freguesia do Caniço. Na altura, a festa de Pentecostes acontecia ao domingo, no Caniço e na segunda-feira, na Camacha. A tradição não se perdeu com o tempo e ainda hoje se celebra a Segunda Feira da Camacha.

O Grupo de Folclore do Rochão foi fundado a 17 de dezembro de 1986 pela mão de Alexandre Rodrigues. Surge a partir da cisão com outro grupo, devido a discrepâncias relativamente à interpretação do folclore regional.
O grupo tem pugnado pelo aprofundamento das diversas valências de caráter etno-folclórico, desde: a dança, a música, o canto, o traje, entre outras.
Em 1989, a coletividade promoveu o primeiro intercâmbio com um grupo do continente português. A partir daí têm sido realizadas permutas quer com grupos nacionais, quer internacionais.

Grupo Rochao
Destaque para a realização de festivais de folclore bianuais, que já conta com a X edição a nível nacional e VIII a nível internacional, sendo o primeiro grupo, da região, a levar efeito um festival com esta dimensão.
Atualmente com 27 anos de história, o Grupo de Folclore do Rochão conta com 35 elementos e uma nova reestruturação, apresentando-se pronto para novos desafios com objetivo de preservar e recuperar a nossa identidade regional.

Principais canções e danças tradicionais

Brinco D´Oito
Jogo do Pau
Baile de Cócoras
Baile da Viuvinha
Charamba
Cantiga da carga

Trajes 

A indumentária do grupo de folclore assenta sobre três vectores:
- A evolução no tempo, do espaço e das circunstâncias sócio-económicas.
- Assim aparecem trajes desde finais do séc. XVIII, de todo o séc. XIX e princípios do séc.XX.
- Surgem também caraterísticas próprias do traje nos diversos sítios que compõem a Camacha e finalmente destacam-se pela  circunstância: de trabalho, pastores, domingueiros e de romaria.

Representações Nacionais


1989 – Festival de Fala/89 Coimbra
1993- Digressão à Serra da Estrela e ao Porto
1995- Digressão a Braga e de novo à Serra da Estrela
1996- Digressão ao Algarve
1998- Digressão a Viana do Castelo – Areosa
1999 – Açores – Ilha do Faial – Pedro Miguel
2002 – Viana do Castelo – Carreço/Areosa/Portuzelo/Perre/Gens/Bragança
2005 – Algarve – Lagos/Portimão

Representações internacionais: 
1991- Digressão a Múrcia/Espanha
2000 – Espanha – Madrid – Saragoça
2001 – Alemanha – Füssen – Munique
2003 – França – Clermont Ferrand/Dijon/Paris
2004 – Brasil – S. Paulo / Santos / Florianopolis / Campos Jordão / Barra Bonita / Santa Catarina (Encontro das Nações) e Rio de Janeiro
2006 – Itália – Basilicata – Cidade de Calvello – (Calvello IX Giornata del Folclore)

Outras actividades
Festivais Bianuais de Folclore VIII edição Nacional e VI edição Internacional
Comemoração dos Santos Populares – S. João da Eira da Cruz

Meia Valsinha


Publicações/Edições

CD-áudio “Meia Valsinha” em 2006

Baile de Cócoras

by Grupo de Folclore do Rochão

Entrevista

O Presidente do Grupo de Folclore do Rochão, Ricardo Baptista e António Correia, membro do grupo foram os convidados do Programa "Acerte e Ganhe" no Posto Emissor do Funchal. Emissão conduzida por João Luís Mendonça.

by Grupo Folclore Rochão

© 2015 Grupo de Folclore do Rochão
Caminho do Rochão nº 97 R/C, 
9135 - 362 Camacha, Madeira - Portugal
Tel: (+351) 960 084 463
E-mail: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. http://www.gfr.pt

Camachofones

"Tocar e alegrar quem passa na rua" é o lema do projeto Camachofones. O grupo organiza espetáculos de rua espontâneos em diferentes pontos da Ilha. Os elementos, na maioria, são oriundos da freguesia da Camacha.
Enquadram-se no estilo blue jazz com músicas originais e não só.
Destacam-se pelo presença do "Tubofone": instrumento peculiar composto por 6 tubos. O tamanho do tubo dá notas diferentes. Cativam turistas e residentes pela criatividade. Em mente está a intenção de percorrerem a Europa.
O Cantinho da Madeira registou, em vídeo, uma das atuações do grupo madeirense junto à Avenida Arriaga.


 

Obra de Vimes

A obra de vimes foi uma das principais indústrias da Madeira. A Camacha e a Boaventura (concelhos de Santa Cruz e S.Vicente, respectivamente) foram os principais centros de produção.

A par dos cestos agrícolas (utilizados nas vindimas por toda a ilha), há outros de utilidade doméstica, de todos os tamanhos e feitios. Um ramo também importante da obra de vime é a construção dos "carros do Monte". A par destes artefactos, existem ainda peças de mobiliário de todo o género, em especial cadeiras, canapés e mesas, bem como outras peças sem utilidade prática, que servem apenas como motivo decorativo.

Antes de serem usados para fazer cestos ou mobiliário, os vimes são fervidos para lhes conferir elasticidade e torná-los mais fáceis de manejar. É essa fervura que lhes dá uma cor acastanhada, em vez do branco de origem.

A maior parte da produção é hoje exportada, principalmente para a Europa e para os Estados Unidos.

A terra da cultura

Camacha: a freguesia, onde em 1875 se jogou futebol pela primeira vez, é composta por cerca de 7 500 habitantes. O folclore e o artesanato prendem as atenções dos visitantes e são o motivo de projeção internacional da Camacha. O reconhecimento pelo desenvolvimento da freguesia aconteceu em julho de 1994, altura em que a Assembleia Legislativa da Madeira aprovou a elevação da Camacha a Vila.

Ao nível do artesanato a Vila identifica-se pelas tradicionais peças em obra de vimes reconhecidas praticamente em todo o mundo. Um trabalho minucioso que infelizmente tem vindo a desaparecer. Há cada vez menos artesãos e os mais novos recusam seguir a profissão. O Bordado Madeira também tem expressão na freguesia.

O folclore é outro marco fundamental. Maria Ascensão, nascida na Camacha em Maio de 1926, foi uma figura incontornável na promoção do “bailinho”. Levou o folclore aos quatro cantos do mundo mantendo uma ligação especial com a comunidade emigrante. A “alegre cantadora”, como era conhecida, faleceu em março de 2001.

Anualmente, no mês de agosto, o Largo da Achada recebe o “Festival de Arte Camachense”, onde se inclui a Gala de Folclore “Maria Ascensão”. Uma oportunidade para divulgar os diversos grupos culturais existentes na Camacha.

A Festa da Maçã é outro dos eventos da freguesia. Acontece no mês de outubro como forma de homenagear os produtores da Camacha e garantir um maior escoamento do produto. A criação de novos pomares abre boas perspetivas em relação ao futuro.

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Multimédia

Madeira em Vídeo

Cantinho da Madeira

O Cantinho da Madeira é um projeto direcionado para a comunidade portuguesa, criado em julho de 2006. O portal, sem fins lucrativos, contempla uma rádio online com programas regulares produzidos por portugueses na diáspora.

 

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