Madeira

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As noites de sábado terminam durante o mês de junho com um espetáculo de fogo de artifício, no Funchal.

Milhares de pessoas invadiram a principal rua de acesso à Igreja de Santo António para assistir ao desfile das Marchas Populares.

Festa das Candeias

A tradição, pouco conhecida da maioria dos madeirenses, realiza-se anualmente, a 2 de fevereiro, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no sítio dos Zimbreiros, na freguesia da Tabua.

É organizada pelo povo da localidade e/ou, em alguns anos, por festeiros. O facto de acontecer no início do ano faz com que não seja muito frequentada por emigrantes madeirenses na diáspora. Por essa razão, a Senhora das Candeias é assinalada sobretudo pelos residentes na freguesia ou em localidades vizinhas.

A festa começa no primeiro dia de fevereiro com a novena celebrada pelo pároco local. À noite são distribuídas candeias aos forasteiros. De acordo com alguns moradores tratam-se de “velas fininhas que antigamente eram colocadas junto aos doentes em fase terminal”.

No dia seguinte realizam-se as cerimónias religiosas: a eucaristia seguida da procissão. A Capela e os arredores ficam engalanados para acolher os 2 dias de festa. Não faltam as barracas com comes e bebes e a música tradicional para animar o arraial.

Festa de Santo Antão

A freguesia do Seixal, no concelho do Porto Moniz, assinala anualmente a 17 de janeiro a Festa de Santo Antão. O padroeiro da freguesia é homenageado graças ao empenho do povo da localidade. Os festeiros vão porta-a porta recolher apoio financeiros para organizar o arraial que marca o fim das festividades do Natal. É uma espécie de Santo Amaro para o povo do Seixal. 

A Igreja é ornamentada ao pormenor pelas mãos habilidosas de algumas moradoras. Este ano, foram colocados cerca de 15 mil sapatinhos.
Como em qualquer arraial, as ruas são decoradas com ramos de louro, bandeiras e iluminação. Não faltam as barracas com comes e bebes e a animação musical.

Para angariar mais algumas receitas os organizadores promoveram a venda de rifas com oferta de vários prémios aos vencedores.

 

 

Festa de Santo Amaro

As festividades em honra de Santo Amaro, a 15 de janeiro, marcam, em certas localidades da Madeira, o fim da época Natalícia. Os presépios ou as lapinhas são desmontados e as iguarias que sobraram do Natal são partilhadas pela família e amigos. É o chamado “varrer dos armários”.

Os devotos do Santo Amaro andavam de porta em porta a exemplo do que acontece na noite de Reis, de 5 para 6 de janeiro. De vassoura em punho aproveitavam para juntarem os restos da “festa” desde os licores às broas. Com o passar dos anos a tradição tem vindo a perder força e das visitas casa a casa restam apenas algumas situações pontuais. Ainda assim, todos os anos o “varrer dos armários” é assinalado simbolicamente por algumas instituições culturais do concelho de Santa Cruz. Pelas ruas ouvem-se quadras e cantigas caraterísticas de cada localidade.

» A devoção a Santo Amaro

O povo madeirense deposita forte devoção a Santo Amaro. Por sinal, o santo mais popular do mês de janeiro. Prova disso são as capelas mandadas erguer em sua honra. Algumas foram mantidas até aos dias de hoje. São exemplos as capelas existentes no Paul do Mar, Santa Cruz e Santo Amaro, no Funchal.

Em Santa Cruz, o religioso e o profano juntam-se em uma série de festividades que, regra geral, prolongam-se por vários dias. É das localidades da Madeira onde a tradição tem mais peso.

Na véspera, os romeiros, muitos dos quais emigrantes, chegam de vários pontos da Ilha para participar na procissão. A imagem do Senhor Santo Amaro é transportada da Capela até à Igreja Matriz, onde é celebrada a missa solene. Os fiéis juntam-se em devoção transportando velas e membros do corpo feitos em cera para, desta forma, cumprirem promessas feitas a Santo Amaro.

No dia da festa (15 de janeiro) a imagem é levada de volta, em procissão, para a Capela, onde permanece todo o ano.

As barracas com comes e bebes e a atuação de diversos grupos de música tradicional complementam as festividades em honra de Santo Amaro.

Encontro de Romarias

O objetivo é manter viva uma tradição que, no passado, acontecia um pouco por toda a ilha: as chamadas "romarias". Grupos de pessoas, residentes ou de fora, juntam-se para festejar em conjunto um determinado acontecimento ao ritmo de música popular acompanhada por instrumentos tradicionais.

Neste caso, o Encontro de Romarias acontece logo no início do ano, por altura do Dia de Reis. A iniciativa, organizada pela Casa do Povo da Boaventura, junta grupos oriundos de outros Concelhos da Madeira.

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