Maria Vitorina e Fátima perderam a vida após uma falha nos travões da viatura em que seguiam.
O pároco local escreveu que a partida prematura "doeu".
Recorda Maria Vitorina como "uma mulher sempre na linha da frente na vida paroquial tendo tomado parte na reunião de preparação para as festas de São Francisco Xavier e Santíssimo Sacramento". O padre Silvano Gonçalves lembra que Vitorina "ficou responsável pelas licenças para recolha de musgo e também para recolher ofertas para custear a festa".
Sublinha que a irmã, Fátima, era "aquela personagem tão discreta, silenciosa, que se detinha em oração de joelhos no seu cantinho na igreja".
Remata dizendo que "e repito, está a doer, qualquer falha com o carro e ambas partiram para a Eternidade".
Termina recordando que "é tempo de Jubileu da Esperança, é tempo de gratidão pelo dom destas irmãs que fisicamente deixam a comunidade mas cujo legado e testemunho permanecem".









